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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Rir & Pensar 5

Após um descanso em janeiro, está chegando nesta semana mais uma edição do Rir & Pensar. Com mais páginas, mais colaboradores, mais humor e mais inteligência, o jornal está buscando a consolidação no mercado editorial de Brasília.

São mais de 100 pontos de distribuição. Pegue o seu e divirta-se.



ONDE ENCONTRAR: lEm mais de 70 farmácias de Brasília lGranCursos/SIA lUNIP lUDF/Campus 1 lUDF/Campus 2 lEspaço Cultural Renato Russo lIESB/Asa Sul lUnieuro /Asa Sul lGranCursos / Lago Sul lRestaurante Carpe Diem lPastelaria Viçosa lFortium lAcadêmia Corpo4 lUnB lIESB / Asa Norte lCEUB lCatólica lUnieuro/ Asa Norte lGaleteria Gaúcha/ Lago Norte lCongresso Nacional lMS Desenhos lBanca O Jornaleiro/ Brasília Shopping lBanca Nacional/ 702 Sul lBanca Amanda/ Sudoeste lRestaurante Esquina Mineira


sábado, 30 de janeiro de 2010

Feedback

Ficamos lisonjeados com o texto do professor de Eduardo Bessa, zoólogo na Universidade do Estado de Mato Grosso e especialista em comportamento animal.

É muito agradável quando recebemos um feedback com qualidade e visão aprofundada pelo professor Eduardo em seu Blog.

Leia o email:

Sou blogueiro, biólogo e brasiliense e esbarrei no Rir & Pensar esses dias de férias em BSB. Gostei tanto da sua matéria sobre o Robert Wright que discuti ela no meu blog.

Dê uma passadinha lá (http://www.scienceblogs.com.br/bessa).








sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Novo Rir & Pensar já saiu


Está circulando em Brasília mais uma edição do jornal de Humor Rir & Pensar. A grande novidade é que você pode encontrá-lo também em farmácias. Na Rosário e na Distrital você pega seu exemplar de graça! Aproveite!


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O volume do Humor


Muitos veículos de comunicação têm a chamada "Tiragem maquiada". Ou seja, informam um número maior de impressão do que a realidade. Isso é comum, sobretudo entre produtos novos.

Rir & Pensar roda dez mil jornais e para mostrar que embora façamos humor o jornal é sério em sua estratégia, publicamos a foto de nosso "volume de humor".

São 40 pacotes com 250 jornais cada um.



terça-feira, 10 de novembro de 2009

RIR & PENSAR - Quem lê, gosta!


O jornal de humor inteligente Rir & Pensar chega a sua terceira edição. Após ser distribuído em diversos pontos da cidade como faculdades, restaurantes, órgãos públicos e outros, conseguimos medir o resultado da proposta junto ao público.

O retorno dos leitores veio logo no primeiro número. Recebemos emails, telefonemas e comentários durante a distribuição gratuita.

É satisfatório perceber que nossa idéia é bem aceita. O mercado editorial está, realmente, saturado de más notícias, estresse e sensacionalismo gratuito. Esse é nosso ponto de vista e hoje ele esta sendo compartilhado pelos leitores que tem ataques de riso ao ler Rir & Pensar. “Não recomendo esse jornal, faz mal, ri tanto que quase tive um troço!”, disse o leitor Felipe. “Tive a grande oportunidade de conhecer seu jornal. Minha mãe pegou emprestado, com um amigo, e quando chegou do serviço logo me mostrou. Não consegui parar de ler, é irreverente, divertido e de fácil entendimento. Só tenho a elogiar”, escreveu a leitora Laís.

Estes e outros comentários nos fazem acreditar, cada vez mais, no potencial da nossa proposta. Um jornal leve, que valoriza o bom humor, a inteligência e a cultura.

Estamos nos esforçando para que Rir & Pensar seja o principal jornal alternativo dos brasilienses. Vamos seguir acreditando em uma leitura leve, capaz de fazer o dia ficar mais suave e divertido.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Acabaram com o diploma... Mas e daí

Nádia Faggiani
Jornalista

Este artigo é sobre um acontecimento que pegou de surpresa toda uma categoria de profissionais, causando, a princípio, uma apatia geral.

Vi jornalistas antigos e experientes indagando: “E agora, anularam minha vida!”. Vi jovens universitários e formandos se perguntando: “Por que passei todos esses anos estudando para obter um diploma e agora ele não serve para nada?”.

O fim da exigência de diploma para exercer a profissão de jornalista, anunciado pelo STF no dia 17 de junho, fez gerações de profissionais irem dormir e acordarem no dia seguinte sem respostas enquanto seguiam para mais um dia de trabalho.

Eu tenho 11 anos de profissão e imagine se a partir de agora me perguntarem “o que você faz?”. Respondo: “Sou jornalista”. E a segunda pergunta vem automática: “com diploma ou sem diploma?”.

E que venham as piadas... Teoricamente, qualquer um agora é jornalista, segundo entendimento do STF, até que provem o contrário...

Piada mesmo, quem não achou foram aqueles pais que dão um duro danado para pagar a faculdade particular de seus filhos, aqueles jovens que precisam trabalhar para terminarem um curso superior que agora não vale nada, e aqueles já não tão jovens, que achavam que ter um diploma em pleno século XXI lhes daria melhores oportunidades no mercado de trabalho.
Então depois de muito pensar... Cheguei à seguinte conclusão: Acabaram com o diploma... Mas e daí?

Então, disse aos meus experientes colegas, que depois de tantos anos de profissão, com tantos conhecimentos teóricos, práticos e técnicos, curso de especialização, cursos de aperfeiçoamento, não tem porque achar que anularam minha vida. Pelo contrário, o mercado de trabalho que já estava difícil vai ficar ainda pior com tantos novos jornalistas “sem diploma”. Mas não para nós, que conquistamos, com mérito, nosso espaço.

O argumento de nossos ministros é que todos têm direito ao exercício pleno das liberdades de expressão e informação.

Acontece que nós, da categoria dos jornalistas “com diploma”, não passamos quatro anos e meio na faculdade apenas divagando sobre assuntos e expressando nossos ideais. Para isso, tem outras faculdades mais afins. Creio que exercer o jornalismo vai bem além de exercer a liberdade de expressão.

A minha faculdade e meus estágios, pelos quais os “novos jornalistas” infelizmente não terão a oportunidade de passar, me ensinaram coisas fundamentais, como ética profissional, deontologia jornalística (série de obrigações e deveres que regem a profissão), diferença de linguagem de cada veículo de comunicação, imparcialidade, ouvir os dois lados dos fatos, além de conhecimentos técnicos e em outras áreas, como Economia e Direito.

Agora, não só os próprios ministros do STF e o presidente da República (que inclusive não tem curso superior), como biólogos, matemáticos, terapeutas, psicólogos, enfermeiros, copeiros e diaristas, podem passar a escrever matérias para jornais, revistas, websites, programas de TV e de rádio.

O presidente do STF, Gilmar Mendes, comparou a profissão de jornalista com a de cozinheiro, o que embora não seja desmerecedor, foi muito infeliz devido à tamanha falta de afinidade entre as duas profissões. Temos bons chefes de cozinha no Brasil, assim como temos bons profissionais em todas as áreas acima citadas.

Mas a conduta profissional do cozinheiro não está associada à boa redação, imparcialidade, veracidade dos fatos, ética, defesa dos direitos do cidadão e dos princípios constitucionais, já a do jornalista, sim. E essa conduta faz parte dos códigos e leis que regem a profissão, aprendidos nas salas de aula das faculdades.

Portanto, cada um no seu quadrado.

Quem foi, afinal, este tal Ruy Barbosa?

André Luiz Renato
Historiador

Rui Barbosa foi praticamente um “Forrest Gump” do seu tempo: no período em que viveu esteve imerso nas mais importantes lutas sociais, participou ativamente do processo político, se meteu em refregas literárias, estéticas e econômicas, trocou farpas com uns e foi celebrado por outros.

Viu desfilarem no “bonde da história” a Guerra de Canudos, a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, o Neo-colonialismo na África, a Belle-epoque Européia e a Primeira Guerra Mundial. Republicano e abolicionista convicto, foi um cara “antenado” com as questões progressistas do seu tempo. Ministro de Estado, mentor da Constituição Republicana, fundador da Academia Brasileira de Letras, conviveu e quiçá farreou com Machado, Castro Alves e Anattole France.

Político, jurista, escritor, filólogo, tradutor e orador de mão cheia, foi como diplomata que Rui lavou a alma do Brasil, tal qual os craques da Copa de 58, mostrando ao mundo que superamos nosso complexo de “vira-latas” e de “República de bananas.” Em 1907 foi à Conferência de Haia, onde ocorreu a sua consagração. Bacharéis do mundo inteiro se embasbacaram com aquele homem que falava inglês, francês, alemão e espanhol com a mesma naturalidade e elegância. Saiu de lá com a fama de “Águia de Haia.”

Pelo seu excesso de preciosismo na língua, é hoje considerado até meio prolixo. Ocorre que escrevia como os homens do seu tempo, muito ligados ao classicismo, alheios ao que hoje se chama de “brasilidade.”

Sua prosa obedece ao rigor da língua portuguesa, mantendo a tradição de grandes estilistas como Eça de Queiroz e Fernando Pessoa.

O Brasil ainda hoje procura conciliar a língua das ruas com a língua das academias e parlamentos,
sem muito sucesso. Esses dois “Brasis” muitas vezes se chocam, com o incauto e iletrado cidadão no meio. Se por um lado ele está em situação complicada em face de uma realidade adversa, por outro ele ta é ferrado mesmo.

Como disse Luís Augusto Fischer em Literatura Brasileira: Modos de Usar (LPM, 2007): “A descoberta de uma língua em que seja possível expressar-se está no miolo de um problema mais amplo, de um tormento igualmente típico de um país colonizado: a busca por traços que singularizem a vida desse país, que destaquem sua existência contra o fundo genérico das outras nações, muito especialmente que contrastem o novo do jovem país em relação ao velho país, a antiga metrópole.”

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Joãozinho, o gênio indomável!

A professora estava tendo dificuldades com um dos alunos.
— Joãozinho, qual é o problema?
— Sou muito inteligente para estar no primeiro ano. Minha irmã está no terceiro ano e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para o terceiro ano também!
A professora vê que não vai conseguir resolver este problema e o manda-o para a diretoria. Enquanto o Joãozinho espera na ante-sala, a professora explica a situação ao diretor. O diretor diz para a professora que ele vai fazer um teste com o garoto, e como ele não vai conseguir responder a todas as perguntas, vai mesmo ficar no primeiro ano.
A professora concorda. Chama o Joãozinho e explica-lhe que ele vai ter que passar por um teste e o menino aceita.
Então o diretor começa:
— Joãozinho, quanto é 3 vezes 3?
— 9.
— E quanto é 6 vezes 6?
— 36.
E o diretor continua com a bateria de perguntas que um aluno do terceiro ano deve saber responder e Joãozinho não comete erro algum. O diretor, então, diz para a professora:
Acho que temos mesmo que colocar o Joãozinho no terceiro ano.
Posso fazer algumas perguntas também? — fala a professora.
O diretor e o Joãozinho concordam. A professora pergunta:
— O que é que a vaca tem quatro e eu só tenho duas?
Joãozinho pensa um instante e responde com convicção:
— Pernas.
Ela faz outra pergunta:
— O que é que há nas suas calças que não há nas minhas?
O diretor arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper.
— Bolsos — responde Joãozinho.
— O que é que entra na frente da mulher e que só pode entrar atrás do homem?
Estupefato com os questionamentos, o diretor prende a respiração.
— A letra “M”. — responde o garoto.
A professora continua a arguição:
— Onde é que a mulher tem o cabelo mais enroladinho?
— Na África. — responde Joãozinho de primeira.
— O que é mole, mas na mão das mulheres fica duro?
— Esmalte. — responde Joãozinho sem pestanejar
— O que as mulheres têm no meio das pernas?
— O joelho. Joãozinho responde mais rápido ainda.
— O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?
— A cama.
— Qual o monossílabo tônico que começa com a letra C e termina com a letra U e ora está sujo ora está limpo?
O Diretor começa a suar frio.
— O céu, professora.
— O que é que começa com C tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei para várias pessoas?
— CD.
Não mais se contendo o diretor interrompe o questionamento, respira aliviado e diz para a professora:
— Esse menino é um gênio, coloque o Joãozinho no quarto ano. Eu mesmo teria errado todas!

Nomes de Filmes no Nordeste

Uma Linda Mulher
“A Cabocla Aprumada”

O Poderoso Chefão
“O Coronel Arrestado”

O Exorcista
“Arreda, Capeta!”

Os Sete Samurais
“Os Jagunço de Zoio Rasgado”

Querida, Encolhi as Crianças!
“Mulher, ó o Tamanhim dos meninu!”

Godzila
“O Calangão”

Os Brutos Também Amam
“Os Vaqueiro Baitola”

Ases Indomáveis
“Pilotos do Cão”

Sansão e Dalila
“O Cabeludo e a Quenga”

Perfume de Mulher
“Cheirim de Cabocla”

Mamãe Faz Cem Anos
“Mainha Num Morre Mais!”

Guerra nas Estrelas
“Arranca-Rabo no Céu”

Viagem ao Fundo do Mar
“A jangada foi a Pique”

O Último dos Moicanos
“O Derradeiro Bugre com Cabelo Espetado”

Um Peixe Chamado Wanda
“O Lambarí cum nomi di Muiéz”

Rede de Intrigas
“Balaio de Fuxico”

Noviça Rebelde
“A Beata Encrenqueira”

O Corcunda de Notre Dame
“O Monstrim da Igreja Grandi”

O Fim dos Dias
“Nóis Tamo é Lascado!”

Invasão de Privacidade
“O entremetido”

Um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita
“Um Cabra Pai D Égua de Quem Ninguém Desconfia”

Os Filhos do Silêncio
“Os Minino du Mudim”

A Bela e a Fera
“A bonita e o Moganga”

A Pantera Cor-de-Rosa
“A Onça Veada”

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Rir & Pensar 2 está chegando!



Na próxima terça-feira, dia 5, estará circulando a segunda edição do jornal de humor Rir & Pensar. A distribuição será realizada nas principais faculdades de Brasília.
Aguarde e confira!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Entrevista sobre Rir & Pensar na UnBTV


Alex Leal, diretor de Rir & Pensar, fala para a UnB TV sobre o novo jornal da cidade.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

RIR & PENSAR JÁ É SUCESSO!

Brasília começa a dar as primeiras gargalhadas inspiradas no jornal Rir & Pensar.

A publicação foi lançada nesta semana e já circulou no IESB, UDF, Fortium e Uniceub. Além das universidades, o jornal também está presente nos restaurantes Esquina Mineira, Feitiço Mineiro e Gordeixo.

Os patrocinadores fazem parte dos pontos de distribuição de Rir & Pensar. ASOF (Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal), MS Desenhos e Barbearia do Onofre (sudoeste) são alguns dos que apóiam a idéia.

Proporcionar momentos de alegria, descontração, cultura e conhecimento é a proposta do jornal. Os leitores já começaram a participar enviando sugestões e piadas.



Participe você também, mande seu email para:

rirepensar@gmail.com


segunda-feira, 6 de julho de 2009

VOCÊ JÁ SORRIU HOJE?



“Rir é o melhor remédio”. Mas este conceito nunca foi levado tão a sério como nos últimos tempos. O riso é considerado terapia, comprovada por estudos médicos e com resultados surpreendentes. É cientificamente comprovado que o riso é responsável por mandar estímulos para o cérebro através do hipotálamo, que sintetiza as endorfinas, mais precisamente as betas endorfinas. Essas substâncias, que são produzidas nos momentos de bom humor e conseqüentemente no riso, são analgésicas, similares às morfinas e dão uma sensação de bem-estar físico, mental e emocional.

Rir & Pensar é uma publicação que busca combater o estresse diário com momentos de alegria e ainda faz o leitor pensar sobre assuntos relevantes. O jornal é distribuido gratuitamente nas principais faculdades do Distrito Federal e também no Congresso Nacional.

Este blog trará as principais piadas, os textos mais comentados e também espera contar com a participação e a colaboração dos leitores.